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amarporinteiro

Aqui verto todos os sentimentos que sinto por uma mulher única e verdadeira nos seus atos. Esta história pode não ter começado num "era uma vez", mas vai acabar num "foram felizes para sempre"

Aqui verto todos os sentimentos que sinto por uma mulher única e verdadeira nos seus atos. Esta história pode não ter começado num "era uma vez", mas vai acabar num "foram felizes para sempre"

amarporinteiro

15
Mar18

Saber amar-te...

amarporinteiro

Eu sei que não há uma resposta, mas afinal o que é isso de amar alguém? Como é que se avalia, mede e pesa o amor de cada um, o nosso por alguém, o dos outros por nós?

Há os que dizem que amam porque repetem “amo-tes” a torto e a direito, quando toda a gente sabe que dizer “amo-te” pode valer de tanto quando dizer “vai à merda”. Quantos já gritaram “amo-te” e no dia seguinte estavam enfiados noutra cama? Palavras ajudam, mas não valem de tudo, é preciso que o “amo-te” não seja dito, mas sentido pelo outro no coração e na pele, no toque e no beijo, e nem tem de ser sentido todos os dias, mas sim na maior parte dos dias.
Estes, os dos “amo-tes” a torto e a direito, podem ser uns tontos apaixonados, sinceros, mas apenas isso, endoidecidos pelo amor, e pronto.

Depois há os que dizem “amo-te” em falinhas mansas, palavras fofinhas, e acham que isso é que é o amor, e isso é que é suficiente, e isso é que é fazer com que o outro se sinta bem. Não cuidam, depois, de amar como deve de ser em tudo o resto, amar nos beijos e na cama, amar em conversas à mesa, no sofá, amar partilhando as coisas boas, as más e até as insignificantes – porque quando se ama tudo tem significado -, esquecem-se de amar ajudando nas coisas que custam, nas tarefas chatas, nos sacrifícios que, quando se ama, têm de se fazer.

Há os que amam e não dizem que amam, e não mostram que amam, mas no fundo amam, só que quando não o dizem, quando não o demonstram, quando não o transmitem de forma alguma, então, deixam que se perca a essência do amor, que é o fazer o outro sentir-se amado, é o calor das palavras e dos gestos. E aí, invariavelmente, o amor parte-se de um lado, e parte-se para sempre.

Os grandes amores não são aqueles que se constroem de grandes gestos isolados, de actos exibicionistas e hollywoodescos, aviões a transportarem frases românticas, jantares com violinos e noites de sexo louco numa suite de hotel. 

Os grandes amores são os que se constroem diariamente, com interajuda e solidariedade, com altruísmo e partilha, com intimidade e compreensão, com espírito de sacrifício e amizade, com paixão e dedicação, com lealdade e fidelidade. Amar alguém é tudo isso. E tudo isto se faz com gestos, tudo isto se faz com palavras, tudo isto se faz, sobretudo, com o coração, com a razão e, sobretudo, com actos e atitudes que demonstram ao outro que estás com ele para o bem e para o mal, na tristeza e na felicidade.

No amor, muitas vezes, não basta amar, é preciso saber amar. E, hoje, eu digo-te que eu, na minha mais profunda humildade, SEI AMAR-TE!

 

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